segunda-feira, 7 de junho de 2004

Sinto-me de novo um teenager inconsciente, adolescente irreverente com vontade de ser diferente Passava tardes no meu quarto fechado à chave tentava descobrir a vida – a minha cama era a nave com o (meu) primeiro amor fazia planos a dois trocava juras e carinhos e não pensava e se depois não der certo? ‘tava carregado de certezas a nossa paixão deixava as almas acesas Não havia ciúme, nem sequer desconfiança, apenas inocência e muita esperança O mundo inteiro brilhava e sorria para nós Lembro-me perfeitamente de ouvir a tua voz: Quero - entao e este?

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