sábado, 7 de agosto de 2004

Do fundo da gaveta A luz bate na escuridão dos meus olhos Fere a vista, fera a alma, soltam-se as lágrimas NÃO! tudo está calmo e a noite está clara Ouço os cães, acorrentados, a uivar ao luar Não ouço meu coração, pois alguém o ousou quebrar. Troça de mim o Destino, faz de mim bobo Faz-me andar sem caminho numa jornada de tolo. E pensar que não morri ao saber que o Sol já não brilha para mim. Afinal, morto já eu estou. (...)

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