sexta-feira, 17 de setembro de 2004

As coisas das coisas Não é lá grande titulo, mas lembrei-me dele quando me pus a pensar nas diferentes interpretações que pessoas distintas têm do mesmo acontecimento. E nem é preciso pegar no exemplo do 11 de Setembro, em que enquanto uns milhoes se compadeciam outros festejavam. Basta pegar em coisas do nosso dia a dia, que estão sempre a acontecer e por vezes nem reparamos. Quantas vezes ja aconteceu pensar que esta a fazer um favor a alguem e ela acaba por ficar chateada? Acontece muita vez, talvez seja por cada vez as pessoas se conheceram menos, mesmo as mais intimas. O nosso ritmo de vida, a sociedade quase totalmente subjugada á tecnologia, leva a que não haja realmente tempo para as pessoas. A humanidade chegou a um ponto em que passamos mais de 90% do nosso tempo a fazer coisas que nada fazem pela nossa sobrevivencia ( pelo contrario até!) como individuos e pela nossa evoluçao como especie. A maioria das nossas unidades de produção servem para fabricar coisas cuja necessidade foi implementada pelo mercado comercial e não por uma real necessidade. Basta ver quanto se gasta por ano na industria da cosmética e comparar com o que se gasta na industrial alimentar. E se a essa industria alimentar retirarmos o k não é necessario, como refrigerantes,doces,etc. a disparidade será muito maior.

Sem comentários: